Desvios, conluios e notas frias drenam silenciosamente o caixa de empresas saudáveis. A perícia contábil da Quéli Ferreira revela o que as planilhas escondem — antes que o prejuízo vire processo.
Ela se adapta ao ambiente, à brecha e à oportunidade. Conhecer cada modalidade é o primeiro passo para fechar a porta certa.
Apropriação de dinheiro, estoque ou bens da empresa: caixa "dois", reembolsos inflados e furto de mercadoria.
Manipulação de balanços para inflar resultados, esconder dívidas ou enganar investidores e bancos.
Superfaturamento, fornecedores fantasmas e propinas em troca de contratos direcionados.
Notas fiscais simuladas, contratos forjados e documentos adulterados para justificar saídas.
Golpe do boleto, troca de dados bancários por e-mail e acesso indevido a sistemas financeiros.
Funcionários fantasmas, horas extras infladas e benefícios pagos a pessoas que não existem.
Nenhum sinal isolado prova fraude — mas a combinação deles merece atenção imediata.
Três fatores precisam coexistir para que uma fraude aconteça. Atacar qualquer um deles reduz o risco.
Um processo estruturado transforma desconfiança em decisão — preservando provas e protegendo a reputação.
Mapeamos processos, acessos e pontos cegos para medir a exposição real ao risco.
Análise de dados, conciliações e perícia documental para reconstruir o que aconteceu.
Coleta com cadeia de custódia: provas que se sustentam administrativa e judicialmente.
Novos controles, segregação de funções e canal de denúncias para impedir reincidência.
Em uma conversa de 30 minutos, mapeamos os pontos cegos mais comuns e indicamos os primeiros passos — sem compromisso e com total confidencialidade.